O QUE PODEMOS FAZER PELA NOSSA ECONOMIA

Recebi esta mensagem no correio electrónico. Li-a com atenção e, como acho que a atitude nela referida pode melhorar as nossas condições económicas, resolvi colá-la aqui como nota, embora não seja da minha autoria. Tenham todavia em atenção que, não deve seguir a opção do “560” no código de barras, pois as multinacionais que estão sediadas em Portugal, já perceberam a ideia e já registam os produtos cá, embora não sejam cá produzidos. Por isso deve apenas confiar na indicação na embalagem “Fabricado em Portugal”.

Não se deixe mais manipular pelo
marketing!
Faça aquilo que os políticos, por razões óbvias, não lhe podem recomendar sequer, mas que individualmente você pode fazer: torne-se PROTECCIONISTA da nossa economia!

1. Experimente comprar preferencialmente produtos fabricados em Para isso: Portugal. Experimente começar pelas idas ao supermercado (carnes, peixe, legumes, bebidas, conservas, preferencialmente, nacionais). Experimente trocar, temporariamente, a McDonald’s, ou outra qualquer cadeia de fast food, pela tradicional tasca portuguesa. Experimente trocar a Coca Cola à refeição, por uma água, um refrigerante, ou uma 2. Adie por 6 meses a 1 ano todas as compras de produtoscerveja sem álcool, fabricada em Portugal. Beba apenas vinho Português! estrangeiros, que tenha planeado fazer, tais como automóveis, TV e outros electrodomésticos, produtos de luxo, telemóveis, roupa e Portugal afundou, somos enxovalhados diariamente por considerações e Leia com atenção e reencaminhe para que sejamos muitos a ter esta atitude! calçado de marcas importadas, férias fora do país, etc., etc.. comentários mais ou menos jocosos vindos de várias paragens, mas em particular dos países mais ricos.

Olham-nos como um fardo pesado incapaz de recuperar e de traçar um rumo de desenvolvimento.

Agora, mais do que lamentar a situação, cabe-nos dar a resposta ao mundo mostrando de que fibra somos feitos para podermos recuperar a nossa auto-estima e o nosso orgulho. Nós seremos capazes de ultrapassar esta situação difícil. Vamos certamente dar o nosso melhor para dar a volta por cima, mas há atitudes simples que podem O desafio é durante seis meses a um ano evitar comprar produtosfazer a diferença. fabricados fora de Portugal. Fazer o esforço, em cada acto de compra, de verificar as etiquetas de origem e rejeitar comprar o que não tenha Desta formasido produzido em Portugal, sempre que existir alternativa. , estaremos a substituir as importações que nos estão a arrastar para o fundo e apresentaremos resultados surpreendentes a nível de indicadores de crescimento económico e consequentemente de redução de desemprego. Há quem afirme que bastaria que, cada português, substituísse em somente 100 € mensais as compras de produtos importados, por produtos fabricados no país, para que o nosso Representaria para a nossa indústria, só por si, um acréscimo superior a 12.000.000.000 de euros por ano, ou seja uma verba equivalente à da construção de um novo aeroporto de Lisboa e respectivas Este comportamento deve ser assumido como um acto de cidadania, comoacessibilidades, a cada 3 meses!!! um acto de mobilização colectiva, por nós, e, como resposta aos povos do mundo que nos acham uns coitadinhos incapazes.

Os nossos vizinhos Espanhóis há muitos anos que fazem isso. Quem já viajou com Espanhóis sabe que eles, começam logo por reservar e comprar as passagens, ou pacote, em agencia Espanhola, depois, se viajam de avião, fazem-no na Ibéria, pernoitam em hotéis de cadeias exclusivamente Espanholas (Meliá, Riu, Sana ou outras), desde que uma delas exista, e se encontrarem uma marca espanhola dum produto que precisem, é essa mesma que compram, sem sequer comparar o preço (por exemplo em Portugal só abastecem combustíveis Repsol, ou Cepsa). Mas, até mesmo as empresas se comportam de forma semelhante! As multinacionais Espanholas a operar em Portugal, com poucas excepções, obrigam os seus funcionários que se deslocam ao estrangeiro a seguir estas preferências e contratam preferencialmente outras empresas espanholas, quer sejam de segurança, transportes, montagens industrias e duma forma geral de tudo o que precisem, que possam cá chegar com produto, ou serviço, a preço competitivo, vindo do outro lado da fronteira. São super proteccionistas da sua economia! Dão sempre a preferência a uma empresa ou produto Espanhol! Imitemo-los nós no futuro!

Passe este texto para todos os seus endereços para chegarmos a todos Viva Portugal. Quando a onda pegar, vamos safar-nos.

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